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    Planejamento Operacional


    Planejamento Operacional, ordem e razão no desenvolvimento das ações:

    Toda atividade que tende a ser racional, eficiente e eficaz, é precedida de planejamento. No entanto, os gestores devem compreender que planejamento não é uma ação, não é um aglomerado de dados e informações, muito menos propostas destituídas de fundamentação lógica.


    Estratificado em níveis, o processo de planejamento inicia-se na concepção da missão da instituição, e culmina nas ações que vão dar sentido as diretrizes determinadas tacitamente na missão da instituição.


    Os projetos e ações, rotineiras ou eventuais, se dão no plano operacional, e seguem um planejamento operacional. No entanto, são a resultante de processos anteriores que se deram no topo da estrutura. O primeiro desses processos é o planejamento estratégico, responsável por determinar diretrizes e metas. Geralmente representa os interesses e expectativas da gestão ou gerência. No âmbito municipal, por exemplo, são os objetivos propostos por prefeitos e secretários de segurança. Trabalham com expectativas de longo prazo. O segundo processo é o planejamento tático. Menos genérico e mais detalhado que o planejamento estratégico, preocupa-se com os meios, custos e viabilidade de execução. Trazendo para a realidade das Guardas Municipais, é o trabalho dos Comandantes de Guarda e seus auxiliares. Procura organizar as atividades a serem desenvolvidas no plano operacional, de forma a corresponderem as expectativas do planejamento estratégico.


    Mas o que é na verdade um planejamento operacional? É a parte do planejamento que determina os métodos a serem utilizados, preocupa-se com as ações a serem desenvolvidos, determina o que fazer, como fazer, em quanto tempo fazer, quem vai fazer, as responsabilidades diretas e indiretas nos níveis de execução das ações. Estabelece normas para disciplinar a execução, cria cronograma, planeja a utilização de recursos e avalia os riscos. Enfim, é a parte de todo o processo de planejamento que efetivamente realiza as ações e atividades que vão ao encontro das expectativas teorizadas no planejamento estratégico. Em Guardas Municipais pequenas ou de pequenas cidades, essa tarefa também cabe aos seus comandantes.


    Não importa o tamanho da sua Guarda Municipal, sem planejamento não existirá objetividade nas ações, não realizará as expectativas da superior administração. Dessa forma, não evoluirá, quando atuar pode correr o risco de errar muito ou ser ineficiente. Nesse curso, que tem carga horária de 16 horas, os alunos aprendem o valor de conhecer e entender a estrutura política-administrativa que sustenta sua instituição, e vai entender a necessidade que as modernas instituições teem em demonstrar sua eficiencia e racionalidade.


    As Guardas Municipais estão buscando arduamente seu espaço, um planejamento bem definido vai contribuir para uma melhor colaboração de todos os envolvidos, e vai aumentar suas possibilidades de se firmar e ser entendida como força integrante e efetiva de segurança em sua cidade.

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